O Belo Monte nasceu como parte de uma pequena roça de cacau estabelecida nos anos 1920. Hoje, após uma restauração cuidada conduzida pelo arquiteto Didier Lefort, conhecido por aliar uma elegância intemporal a uma sensibilidade cultural e a um profundo respeito pelo lugar, a casa histórica é ao mesmo tempo elegante e fácil de habitar.
Lá dentro, encontra tetos altos, candelabros e um carácter de outros tempos, equilibrado por portas abertas, janelas generosas e cor fresca que convidam a luz e o verde da ilha a entrar em cada divisão. É património sem rigidez. Um lugar pensado para se demorar, ler, conversar e ver a paisagem mudar.
"Cada detalhe do Belo Monte tem raízes no Príncipe. Desde as pessoas que o acolhem às experiências que o ligam à natureza e à comunidade. É uma casa senhorial no topo de uma colina, onde a floresta encontra o mar e onde os hóspedes podem realmente abrandar e sentir o ritmo da ilha", acrescenta Maria Eliza Vaz, a Diretora de Operações Hoteleiras brasileira da Príncipe Collection.

